terça-feira, 3 de março de 2015

A Grandiosidade da Salvação

A GRANDIOSIDADE DA SALVAÇÃO

Hebreus 2.3 e João 3.16

Introdução.

a.    Qual é a maior de todas as maravilhas? Há uma história que circula via internet que diz que uma professora pediu a seus alunos que alistassem quais pensavam ser eles as sete maiores maravilhas do mundo moderno. As mais votadas foram: 1) As Pirâmides do Egito; 2) Taj Mahal; 3) Grand Canyon; 4) Canal do Panamá; 5) Empire States Building; 6) A Basílica de São Pedro; 7) A Muralha da China. Entretanto, uma menina impressionou a todos ao dizer que as sete maiores maravilhas são: 1) ver; 2) ouvir; 3) tocar; 4) saborear; 5) sentir; 6) rir; 7) e amar.

b.    Achei formidável essa história... Mas a maior de todas as maravilhas, que não sei se posso dizer que é deste mundo, mas pelo menos é PARA este mundo, ou para as pessoas deste mundo, é a que está revelada em João 3.16, texto que lemos inicialmente para esse sermão: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16 RC)

c.    Nesse texto está revelado algo de extrema grandiosidade: a salvação das nossas almas.

d.    Hoje vamos pensar sobre isso, sobre a grandeza da salvação; por que ela é grandiosa. São oito as razões:

01. Esta salvação é grande pela sua procedência – "Deus..."

a.    Paulo deixou bem claro, ao escrever sua segunda carta aos Coríntios, que a salvação provém de Deus, em Jesus Cristo: 2 Coríntios 5.17-19

b.    Pedro deixou claro que não existe salvação fora de Cristo. Veja o que ele disse em duas ocasiões: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna,  e nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho de Deus.” (João 6:68-69 RC) e “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4:12 RC)

c.    Jesus deixou bem claro que as escrituras apontam para ele e que se não for por ele ninguém chegará ao Pai: João 5.39 e 14.6

d.    João Batista deixou bem claro que "Jesus", e não ele (João) é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29)

e.    A salvação procede de Deus. Algo bem interessante sobre o evangelho em relação à lei, é que a lei diz ao homem o que ele deve fazer, enquanto que o evangelho é o anúncio do que Deus fez: "Deus deu o Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna"

f.     E diante disso, se cremos nas Escrituras e se nos interessamos pela salvação, o que devemos fazer?

                                  i.    Parar de confiar em qualquer outra pessoa que não Cristo – João Batista disse a pessoas que estavam vendo nele o Cristo: "Eu não sou o Cristo...", e em seguida apontou para Jesus afirmando se Ele O Cristo, o Cordeiro de Deus que veio para tirar o pecado do mundo;

                                ii.    Parar de confiar que pelo simples fato de fazermos parte de uma instituição eclesiástica somos salvos...

                               iii.    Parar de confiar em nossos méritos pessoais... (Mateus 5.3; Efésios 2.9)

                               iv.    Confiar somente em Cristo para nossa salvação. Devemos respeitar as pessoas que foram usadas por Deus no passado e que nos deixaram um legado de fé, bem como aquelas que ainda estão entre nós também sendo usadas grandemente por Deus; devemos respeitar e valorizar a igreja e devemos praticar as coisas que são boas e aprovadas por Deus, mas para nossa salvação a confiança deve ser exclusivamente em Deus na pessoa do Filho, Jesus Cristo.

02. Esta salvação é grande pelo seu motivo – "... amou..."

a.    Deus "amou", e porque amou, deu o Seu Filho Unigênito.

b.    Em Romanos 5.8 lemos que "Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós sendo nós ainda pecadores" – "Cristo não morreu para ganhar o amor do Pai pelos homens, e sim para demonstrar esse amor... A morte de Cristo foi o amor de Deus em ação, buscando redimir os homens do pecado. Foi o amor indo ao máximo de sofrimento e agonia, a fim de remir os perdidos da ruína de seu próprio pecado". (Walter T. Conner em "O Evangelho da Redenção")

c.    1 Pedro 1.20 nos traz uma mensagem bem interessante ao dizer sobre Cristo que ele já era conhecido desde antes da fundação do mundo, o mesmo que diz João 1.1ss e vários outros trechos das Escrituras, mas que foi "manifestado nestes últimos tempos por amor de vós"

d.    Deus nos amou! Deus nos ama! Qual tem sido a nossa resposta a esse amor de Deus? Qual deve ser a nossa resposta? Bem, se cremos em Deus e nas escrituras e se nos importamos com Deus e com aquilo que diz as escrituras, nossa resposta deveria ser uma resposta de amor, a Deus primeiro depois ao nosso próximo. Um fariseu, certa ocasião, para colocar Jesus à prova, perguntou-lhe: “Mestre, qual é o grande mandamento da lei?" Ao que Jesus lhe respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.  Este é o primeiro e grande mandamento.  E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.  Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas" (Mateus 22:36-40 RC)

03. Esta salvação é grande pela sua abrangência e oportunidade – "... o mundo... todo aquele que nele crê..."

a.    Deus amou "o mundo" – Obviamente o amor de Deus não é pelos pecados que há no mundo e nem pelo sistema maligno do mundo, mas pelas pessoas do mundo. Mas notem que, conquanto o amor de Deus alcance todo o mundo, só serão salvos aqueles que nele crerem.

b.    Nas escrituras vemos Jesus salvando muita gente:

                                  i.    Jesus salvou a mulher Samaritana... (João 4.1ss)

                                ii.    Jesus curou e salvou um cego na cidade de Jericó... (Lucas 18.35ss)

                               iii.    Logo depois, ainda em Jericó, Jesus salvou Zaqueu... (Lucas 19.1ss.)

                               iv.    Na província dos Gadarenos Jesus liberta um homem possesso por uma legião de demônios e o salva... (Lucas 8.27ss)

c.    A estes e a muitos outros Jesus salvou porque eles creram. A muitos Jesus disse: "Vai, a Tua fé te salvou"

d.    Entretanto, nas escrituras, encontramos Jesus também "não" salvando:

                                  i.    Jesus não salvou um certo jovem rico... (Mateus 19.16ss)

                                ii.    Acerca de Corazim e Betsaida Jesus disse: “Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido com pano de saco grosseiro e com cinza.  Por isso, eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no Dia do Juízo, do que para vós.” (Mateus 11:21-22 RC)

                               iii.    Acerca de Cafarnaum: “E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.  Porém eu vos digo que haverá menos rigor para os de Sodoma, no Dia do Juízo, do que para ti.” (Mateus 11:23-24 RC)

                               iv.    Sobre Jerusalém ele lamentou: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!  Eis que a vossa casa vos ficará deserta.” (Mateus 23:37-38 RC)

e.    O amor de Deus abrange o mundo todo. A salvação de Deus é oferecida a todos no mundo todo, mas só será salvo aquele que crê, só será salvo aquele que se unir verdadeiramente a Jesus.

f.     Diante desse fato, se cremos em Deus e se cremos nas escrituras e se nos importamos com isso, qual deve ser a nossa atitude? Ora, é muito simples: deve ser uma atitude de entrega; uma entrega de verdade, entendendo as consequências dessa entrega...

04. Esta salvação é grande pela sua intensidade – "... de tal maneira..."

a.    Ora, todos nós entendemos essa expressão. Quando a usamos em alguma frase é porque queremos atribuir a algo uma grande proporção, abundância.

b.    Assim é o amor de Deus por nós: abundante, grande em extremo. Ainda que a grandiosidade desse amor seja expressa no fato de Deus ter dado Seu Filho Unigênito, talvez ele também seja bem ilustrado na parábola do Filho pródigo...

c.    Ora, amados, se o amor que Deus nos tem é assim tão grande, nosso amor por Ele também deve ser grande e deve nos levar a grandes feitos, tanto em sentido positivo (fazer coisas para Deus) quanto em sentido negativo (renunciar coisas que desagradam a Deus). Tem muito crente brincando de esconde-esconde, escondendo da igreja e de outros crentes as coisas erradas que fazem e que não precisam esconder: não são vícios, não são coisas pelas quais estão presos e que está difícil desvencilhar-se e nem são coisas que lhes farão alguma falta se deixarem de fazer, mas querem continuar fazendo e escondendo de outras pessoas para não lhes ofender ou serem repreendidos de alguma forma. Meu querido, a ofensa não é à igreja ou a outros crentes, a ofensa é à santidade de Deus e de Deus ninguém esconde nada... Deixe isso de lado! Ame a Deus "de tal maneira" que, além de disposto a fazer grandes coisas pra Deus, você esteja disposto a renunciar a própria vida por Ele. Ele lhe amou assim, "de tal maneira".

05. Esta salvação é grande pelo seu preço – "... Seu Filho Unigênito..."

a.    1 Pedro 1.18 – O nosso resgate não foi efetuado com coisas corruptíveis como prata ou ouro, mas com o precioso sangue de Jesus.

b.    Deus nos amou de tal maneira que pagou esse alto preço...

c.    Que preço você tem considerado ser alto demais para você pagar por amor a Cristo?

06. Esta salvação é grande pelo seu livramento – "... não pereça..."

a.    "Não pereça" significa "não seja eternamente separado de Deus", "não seja precipitado na perdição".

b.    O apóstolo Paulo, escrevendo aos efésios, no capítulo 2, fala sobre um tempo na vida deles em que eles estavam mortos em ofensas e pecados; estavam, portanto, prestes a serem precipitados na perdição e a estarem consumadamente separados de Deus. Mas, Deus, por causa de Sua Misericórdia e Seu Amor, pela graça, por intermédio de Cristo, os tirou dessa situação e os assentou nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Que livramento!

c.    John Benton em um livro que escreveu (Como Pode Um Deus de Amor Mandar Pessoas Para o Inferno?, faz a seguinte pergunta: "Qual o ensino de Jesus sobre o que sucede após a morte, no caso daqueles que rejeitam a Deus? Como foi que ele descreveu o inferno?" E ele mesmo dá a resposta, da qual incluo um trecho aqui: "Seu ensino a esse respeito parece enfatizar três elementos fundamentais: Primeiro, há aquela miséria causada por aquilo de que as pessoas são privadas no inferno. As palavras usadas por Jesus, para descrever tal privação, são “trevas” ou “trevas exteriores”. Nessa vida, todas as pessoas, até certo ponto, usufruem as bênçãos de Deus. Vivemos em um mundo que está longe de ser perfeito, mas onde ainda restam muitas coisas boas. Há muita tragédia neste mundo, mas também há muitas alegrias. Grande é o ódio e o egoísmo neste mundo, mas também existe amor entre os familiares e entre amigos. A enfermidade anda de mãos dadas com a saúde. A desonestidade mistura-se com a verdade. Todavia, neste mundo ainda encontramos muitas coisas boas da parte de Deus. Jesus retratou o inferno como um estado onde toda a bondade de Deus fica excluída... O inferno inclui estar privado de toda alegria, luz e vida; estar excluído de todas as coisas boas que temos experimentado na vida, embora nunca tenham sido realmente apreciadas por muitos. O inferno inclui estar banido da presença de Deus e de tudo quanto é bom e digno. Envolve estar excluído de todo amor, de toda paz, de toda alegria, para sempre. Jesus explicou que, ao perceberem isso e ao entenderem o que estão perdendo, as pessoas sofrerão um efeito devastador: “Ali haverá choro e ranger de dentes”. Esse é um quadro indescritível e sombrio. Em raras ocasiões os homens choram; mas no inferno, eles chorarão incontrolavelmente. Portanto, Jesus aludiu ao inferno como um lugar caracterizado, acima de tudo, por lágrimas. O grego em que foi escrito o Novo Testamento inclui o artigo definido nas palavras de Jesus. Não está em foco apenas “um choro” no inferno, e sim “o chorar”. É como se Jesus dissesse que cada conotação do que está envolvido na atitude das pessoas verterem lágrimas na terra estivesse sumariada na total aflição e angústia do inferno. Todas as lágrimas da terra são apenas um mostruário dos soluços que haverá no inferno. Segundo, há aquela miséria causada por aquilo a que as pessoas são positivamente expostas no inferno. Jesus aludiu a isso utilizando os termos “fogo do inferno” ou “fogo eterno”. As misérias do inferno não consistem apenas naquilo de que serão privados os homens e as mulheres que houverem rejeitado a Deus. Jesus falou sobre o castigo aplicado diretamente aos pecadores. Ele referiu-se a esses castigos em termos de “chamas de fogo”... Jesus contou uma parábola a respeito de um agricultor que semeou boa semente em seu campo; mais tarde, entretanto, um inimigo do agricultor veio e semeou o joio no meio da boa semente, tornando aquele campo extremamente difícil de ser colhido. Depois, Jesus explicou a parábola: “E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça.” (Mateus 13:37-43) ... Ao referir-se ao inferno Jesus usou a espantosa figura do fogo eterno. ... Jesus encarava como aterrorizantes as consequências do pecado. Ele via o pecado como aquilo que leva as pessoas àquele lugar de indescritível miséria, mostrando-se, uma vez mais, insistente e direto em suas advertências a esse respeito: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é inevitável que venham escândalos, mas ai do homem pelo qual vem o escândalo! Portanto, se a tua mão ou o teu pé te faz tropeçar, corta-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida manco ou aleijado do que, tendo duas mãos ou dois pés, seres lançado no fogo eterno. Se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o e lança-o fora de ti; melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos do que, tendo dois, seres lançado no inferno de fogo.” (Mateus 18:7-9 RA). ...Jesus serviu-se de uma linguagem vigorosa para impressionar-nos com o fato de que o inferno é tão horrendo, que não deveríamos poupar dores a fim de evitar o pecado que conduz as pessoas àquele lugar. E Terceiro, Jesus referiu-se ao inferno como lugar de infinda desintegração e dissolução. Ele usa o simbolismo do “verme que não morre”. Esta figura sugere que, no inferno, ocorre uma dissolução eterna que jamais cessará. O inferno é um lugar de infinita desintegração da pessoa e sua personalidade... É como se alguma coisa estivesse corroendo o tempo todo, algo com o que a pessoa não consegue ajustar-se.

d.    A salvação de Cristo nos livra dessa perdição. Que livramento! Que grandioso livramento! Não temos como retribuir; tudo o que fizermos e dissermos, por maior que seja, ainda ficará muito aquém de uma gratidão à altura. Mas precisamos, mesmo assim, apresentarmo-nos a Ele em sacrifício vivo, santo e que lhe é agradável; precisamos não nos conformar a este mundo e deixarmo-nos transformar pela renovação do entendimento para entendermos e cumprirmos a vontade de Deus que é boa, perfeita e agradável.

07. Esta salvação é grande pela sua bênção – "... vida eterna..."

a.    "Vida" eterna! Não se trata simplesmente de estar vido, mas de ter algo que pode ser chamado de "VIDA", e vida eterna. Sem dor, sem lágrimas de tristeza, sem enfermidades, sem morte, sem dificuldades, sem fome, sem sede, sem qualquer tipo de decomposição e envelhecimento e sendo apascentados pelo Senhor Jesus para as fontes de águas vivas... 

08. Esta salvação é grande pela sua singularidade – Não existe, no sentido em que estamos pensando aqui, outra salvação. Então: "Como escaparemos nós se negligenciarmos [esta]..."

a.    Não tem como escapar! Está sentenciado!

b.    "Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha a vida eterna. Deus enviou o Seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem nele crê não é condenado..." É a boa nova que lemos em João 3.16 até a primeira frase do verso 18. Entretanto, o verso 18 continua dizendo que aquele, porém, que não crê, já está condenado por não crer no Unigênito Filho de Deus. E o verso 36 diz que "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele". E a condenação consiste do fato de que a luz, que é Cristo, veio ao mundo, mas os homem preferiram continuar nas trevas do pegado. Negligenciaram, portanto, a salvação de Deus.

c.    Como escaparemos? Não tem como escapar!

d.    Ouça bem: não tem como escapar! Não tem outra salvação! Deus é amor, mas Deus é justiça também. Pelo seu amor ele oferece a salvação por intermédio de Cristo, e em Cristo, porque Cristo pagou o preço do resgate, Ele pode, com justiça, salvar. Mas aqueles que negligenciarem essa oferta do amor divino não vão escapar de Sua Justiça que prescreve a perdição eterna para o pecador que não quis ser redimido por Cristo.

Conclusão

a.    A salvação procede de Deus;

b.    A salvação é fruto do amor de Deus;

c.    E esse amor de Deus é intenso: "de tal maneira";

d.    A oferta da salvação é abrangente; abrange o mundo todo e alcança os que creem;

e.    A salvação tem preço elevado, mas quem paga é o próprio Deus na pessoa de Jesus – Só Ele pode pagar tal preço;

f.     A salvação nos livra de uma grande e terrível perdição;

g.    A salvação nos confere bênçãos inimagináveis: "VIDA" e vida eterna;

h.    A salvação é singular, é única e através de uma única pessoa; não há como ser salvo de outra forma; não há como escapar se negligenciar esta salvação.

i.      Por essas razões a salvação é grande.

j.      Você quer essa salvação? ...

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves, com base em material do Pr. Walter Pacheco da Silveira (só os tópicos)

 

Muqui, Março de 2015

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