domingo, 23 de dezembro de 2012

Estudos no Sermão do Monte / parte 15 - Não Matarás


NÃO MATARÁS

 

Mateus 5.21-26

 

01. Em nossos três últimos estudos acerca do Sermão da Montanha, temos enfatizado:

a.    O fato de Jesus ter dito que veio para cumprir e não para anular a lei e os profetas (e vimos como ele cumpre a lei e os profetas);

b.    O fato de Jesus ter dito que a nossa justiça deve exceder em muito a dos escribas e fariseus;

c.    E também o fato de que, apesar de a letra da lei ser importante, o espírito dela é que tem maior importância, e que seu objetivo não é apenas manter-nos presos a determinadas regras e sim o livre desenvolvimento de nosso caráter espiritual e levar-nos a um maior conhecimento de Deus.

02. Os estudos anteriores (14), podem ser encontrados em www.prwalmir.blogspot.com.br ou ainda em www.igrejabatistaemmuqui.blogspot.com.br.

03. Hoje refletiremos com Jesus sobre a parte da lei que diz “não matarás”.

04. O mandamento de não matar é o sexto mandamento constante das tábuas da lei que Deus deu por intermédio de Moisés (veja Êxodo 20.13). Mas também é um mandamento dado antes da lei (veja Gênesis 9.5-6).

05. Vemos então que não matar faz parte da lei de Deus, e é tão importante que é ensinado até mesmo antes da lei, desde os primórdios.

 

06. Ora, se assim o é, porque Jesus, neste sermão onde, dentre outras coisas aponta os escribas e fariseus como errados em sua interpretação e, consequentemente, em seu ensino da lei de Deus, faz uso exatamente desse exemplo?

 

07. Para entendermos a razão de Jesus precisamos fazer referência a dois fatos que enfatizamos em estudo anterior.

 

O primeiro fato é que o espírito da lei importa mais que a letra da lei.

 

08. A lei “não matarás”, no entendimento de Jesus, não pode ser reduzida apenas ao ato de cometer um homicídio concreto.

09. Lembremo-nos, meus irmãos, que a lei foi dividida em dois grandes mandamentos; quais são? Veja a resposta em Marcos 12.28-33.

10. O mandamento de não matar faz parte do segundo, o de amar ao próximo.

11. Ora, meus amados, se assim o é, demonstra Jesus, eu não posso dizer que cumpro a lei de não matar se cultivo a ira contra pessoas em meu coração. Não é isso que Jesus diz aí no texto?

a.    Para nós que somos crentes, tolerarmos a ira contra pessoas em nosso coração, de acordo com Jesus é tornarmo-nos culpados de algo equivalente ao homicídio.

                                  i.    Precisamos observar que temos aí no texto a cláusula “sem motivo”, isto é, “sem justa causa”. Algumas autoridades sobre o texto original dizem que essa cláusula não deveria constar da tradução. Não há consenso sobre isso; porém, seja como for, estamos diante de uma grande exigência. E em outra parte do Novo Testamento lemos que, se irarmos, não devemos deixar que o sol se ponha sobre a nossa ira (Efésios 4.6); e aqui mesmo Jesus fala sobre a necessidade de haver reconciliação. A ira guardada no coração contra qualquer pessoa, especialmente contra os domésticos da fé, é algo extremamente repreensível aos olhos de Deus.

12. Eu não posso dizer que cumpro a lei de não matar se me tornar culpado de expressões que manifestem desprezo pelos meus semelhantes. Não é isso que Jesus diz aí no texto?

a.    “Raca” é uma palavra que quer dizer “você não presta”. Era utilizada para indicar desprezo por alguém. Jesus demonstra aqui que tal atitude é equivalente ao homicídio.

13. Eu não posso dizer que cumpro a lei de não matar se me expresso em relação ao meu próximo de forma abusiva e humilhante. Não é isso que Jesus diz aí?

a.    Ele se utiliza de um termo que no português é traduzido por “louco” ou “tolo” cujo sentido é o de se referir às pessoas de forma aviltante.

14. Então, meus amados irmãos, percebamos que, diante do Senhor, matamos não apenas quando cometemos literalmente o ato do homicídio;

a.    matamos quando nutrimos ira contra pessoas em nosso coração;

b.    matamos quando tratamos nossos semelhantes com desprezo;

c.    matamos com a nossa língua, com palavras abusivas acerca de nossos semelhantes.

15. Sobre a língua, gosto muito da história que diz que:

 

Há mais de dois mil anos existiu um rico mercador grego que tinha um escravo chamado Esopo. Um escravo corcunda, feio aos olhos de muitos, mas de sabedoria única no mundo. Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou: - Toma, Esopo. Aqui está esta sacola de moedas. Corre ao mercado. Compra lá o que houver de melhor para um banquete. A melhor comida do mundo!

Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso: - Ah!! Língua? Nada como a boa língua que os pastores gregos sabem tão bem preparar. Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?

E o escravo de olhos baixos, explicou sua escolha: - O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave das ciências, o órgão da verdade e da razão. Graças à língua é que se constroem as cidades, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura, do amor, da compreensão.  É a língua que torna eterno os versos dos grandes poetas, as ideias dos grandes escritores. Com a língua se ensina, se persuade, se instrui, se ora, se explica, se canta, se descreve, se elogia, se demonstra, se afirma. Com a língua dizemos "mãe", "querida" e "Deus". Com a língua dizemos "sim". Com a língua dizemos "eu te amo"! O que pode haver de melhor do que a língua, senhor?

O mercador levantou-se entusiasmado: - Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traz o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.

Mais uma vez, depois de algum tempo, o escravo Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador recebeu-o com um sorriso: - Hum... já sei o que há de melhor. Vejamos agora o que há de pior...

O mercador descobriu o prato e ficou indignado: - O quê?! Língua? Língua outra vez? Língua? Não disseste que a língua era o que havia de melhor? Queres ser açoitado?

Esopo encarou o mercador e respondeu: - A língua, senhor, é o que há de pior no mundo. É a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões. É a língua que separa a humanidade, que divide os povos. É a língua que usam os maus políticos quando querem nos enganar com suas falsas promessas. É a língua que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, da discórdia, dos desentendimentos, das guerras, da exploração. É a língua que mente, que esconde, que engana, que explora, que blasfema, que insulta, que se acovarda, que mendiga, que xinga, que bajula, que destrói, que calunia, que vende, que seduz, que corrompe. Com a língua dizemos "morre", "canalha" e "demônio". Com a língua dizemos "não". Com a língua dizemos "eu te odeio"! Aí está, senhor, porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas! 

 

16. Encerro essa primeira parte desse nosso estudo com uma observação de Lloyd-Jones em o livro “Estudos no Sermão do Monte”, nossa fonte extrabíblica principal de consulta:

 

Alguém poderia indagar: “... a ira é sempre uma emoção errada?... sempre nos é proibida?. Alguma outra pessoa poderia perguntar: “Não existem ilustrações nas próprias páginas do Novo Testamento, onde o Senhor dirigiu-se aos fariseus usando termos fortíssimos?... cegos e hipócritas... néscios e tardos de coração... insensatos e cegos... Como se pode conciliar esse ensino com o capítulo 23 de Mateus onde Jesus profere “ais” contra os fariseus?... Quando Jesus proferiu aquele “ais” fê-lo judicialmente. Ele falou com a autoridade que recebera do Pai. Nosso Senhor estava anunciando seu juízo final contra os fariseus e os escribas. Na sua posição de Messias ele estava autorizado a agir assim. Jesus lhes oferecera o evangelho, e toda a oportunidade lhes fora dada. Não obstante, eles haviam rejeitado o oferecimento... Também devemos nos lembrar que Jesus sempre proferiu declarações dessa natureza contra a religião falsa e contra a hipocrisia. O que o Senhor queria realmente denunciar era a justiça própria, a qual rejeita a graça de Deus e mesmo assim pretende justificar-se diante do Senhor, ao mesmo tempo que o rejeita. Portanto, aquelas afirmações de Jesus tiveram um caráter judicial, e se você e eu pudermos afirmar que toda expressão similar que usarmos reveste-se desse mesmo caráter, então estaremos isentos da acusação de sermos culpados desse pecado. ... [Mas] a nossa ira deve dirigir-se somente contra o pecado; jamais nos devemos encolerizar contra o pecador, mas antes, sentir tristeza e compaixão por ele... Deveríamos ficar indignados diante do pecado, da hipocrisia, da injustiça e de tudo quanto é mau... Quanto mais santos [santificados] nos tornamos, mais indignação sentimos contra o pecado. Repito, entretanto, que jamais devemos nos irar contra o próprio pecador. Jamais nos devemos irar contra uma pessoa como tal; é mister fazermos distinção entre o próprio indivíduo e as ações por ele praticadas. Nunca nos devemos tornar culpados de sentir desprezo ou repúdio, ou de usar expressões que envileçam [tornem, vil, desprezível, de pouco valor] ao próximo. Conforme penso, dessa maneira poderemos traçar a linha de distinção entre essas duas coisas. É como se Cristo tivesse afirmado: “não imagine que você está sem culpa no tocante a esta injunção simplesmente porque não cometeu homicídio literal”. Portanto, qual é o estado do seu coração? Como reage às coisas que lhe acontecem? Você explode de cólera quando alguém faz algo errado contra você? Ou algumas vezes ira-se contra pessoas que nenhum mal lhe fez? Essas são as perguntas que realmente importam...

 

17. Passemos a pensar agora no segundo fato que se constitui em razão para Jesus apontar os escribas e Fariseus como errados em sua interpretação e ensino quanto a esse mandamento:

 

Nossa atitude deve ser positiva e não negativa apenas.

 

18. NÃO matar, literalmente, está correto; e Jesus até acrescenta essas outras coisas que vimos e que são formas de se matar as quais também NÃO devemos fazer.

19. Mas Jesus vai além e se expressa também de forma positiva, isto é, falando de algo que devemos positivamente fazer.

20. Esse algo está expresso nos versos 23 e 24: “... se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta.”

21. Meus irmãos, essa declaração é por demais significativa e importante para a deixarmos passar despercebida. Não podemos apenas NÃO matar literalmente, NÃO matar abrigando ira pelas pessoas em nosso coração e NÃO matar através do desprezo e de palavras que diminuem o valor das pessoas; devemos também tomar a atitude de buscar a reconciliação com as pessoas.

22. Nas palavras de Lloyd-Jones:

 

Essa questão... é tão importante que mesmo que eu já esteja defronte do altar a fim de oferecer a Deus um sacrifício, mas ali, subitamente, lembrar-me de algo que fiz ou disse, que esteja levando algum irmão a tropeçar ou escandalizar-se de alguma maneira, ou se eu notar que eu estou nutrindo pensamentos indignos e maldosos a respeito dele, ou, de qualquer outra maneira, eu esteja servindo de empecilho para a vida dele, então, conforme nosso Senhor declarou (e gostaria de dizê-lo com toda a reverência), deveríamos deixar Deus esperando pela nossa oferenda, ao invés de oferecê-la com toda essa culpa nas costas. É necessário que primeiramente eu procure consertar a situação com meu irmão. Somente depois poderei retornar e oferecer meu sacrifício [meu culto].

 

23. Porventura não é isso que Jesus diz aí? Digam-me se não é?

24. O maior prazer do Senhor reside na obediência de nossa parte à Sua Palavra. O nosso culto pode ser maravilhoso aos olhos humanos:

a.    A equipe musical pode dirigir um momento de louvor cantado de tal forma que a gente pense ser impossível melhorar;

b.    O coral pode se apresentar de forma a nos deixar boquiabertos;

c.    A congregação pode entoar louvores, fazer leituras bíblicas e orações com vigor e animação sem iguais; pode dar muitos “glória a Deus” e “Aleluia”...

d.    Mas se não houver obediência...

25. Uma poderosa ilustração desse fato encontramos em 1 Samuel 15 quando Saul desobedece a uma ordem de Deus sob pretexto de prestar-Lhe um culto. A repreensão que lhe veio, por intermédio de Samuel, está registrada no verso 22:

 

“Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.”

 

26. Precisamos, segundo entendemos pelas palavras de Jesus e pela mensagem do Novo Testamento como um todo, dar os passos necessários para remover as causas de dificuldade entre nós e outras pessoas; precisamos buscar chegar ao estágio em que nada reste que dificulte o relacionamento entre nós e as outras pessoas.

27. E é bom que, falando de forma figurada (quem lê/ouve entenda), ao menor sinal de rotura em nossos relacionamentos tratemos logo de cozer tal rotura, assim como fazemos com uma roupa, para que ela não chegue ao ponto de ser extremamente difícil cozer ou que até mesmo se tenha que retirar do guarda roupas a roupa inteira (Veja 1 Co. 11.1, 2, 30, 31 e 32).

28. Obviamente sabemos que o bom relacionamento nem sempre acontece, sendo a razão o fato de que uma das partes ainda não tem o coração disposto para tal atitude. Entretanto, como nos orienta o Apóstolo Paulo em Romanos 12.18: “se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens”.

 

29. Tendo pensado nesses dois fatos, especialmente em a atitude positiva de buscar reconciliação, pensemos agora, por último, em:

 

A necessidade de sermos diligentes e rápidos em colocar em prática essas coisas.

 

01. Jesus diz: “Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. Em verdade te digo que, de maneira nenhuma, sairás dali, enquanto não pagares o último ceitil.” (Mateus 5:25-26 RC)

02. Nas palavras de Lloyde-Jones:

 

É como se Jesus tivesse dito: “Sim, a questão é tão urgente e desesperadora quanto isso. Você deve agir prontamente, sem demorar um único instante, pois essa é a sua situação”. Foi essa a maneira de Cristo dizer que nunca nos deveríamos olvidar [esquecer] de nossa relação com Deus. Não nos convém pensarmos apenas em termos dos nossos irmãos, a quem talvez tenhamos ofendido, ou com quem talvez tenhamos alguma questão pendente; mas também devemos pensar em nós mesmos como quem está na presença de Deus. Deus é o Juiz; Deus é O Justificador. Ele está perenemente impondo-nos essas condições e Ele brande o cetro de autoridade sobre o tribunal dos céus e da terra. Ele é O Juiz, e as suas leis tem caráter absoluto, podendo cobrar de nós até o último centavo da nossa dívida moral. Portanto, que deveríamos fazer? Deveríamos entrar imediatamente em acordo com Deus. Cristo assevera aqui que estamos “a caminho”. Encontramo-nos neste mundo, encontramo-nos nesta vida, por assim dizer caminhando ao longo da estrada. Mas eis que, de repente, surge o nosso adversário, o qual diz: “e quanto àquela dívida?” Pois bem, Cristo ensina que se deve entrar em acordo imediatamente, sob pena do processo legal ter início, quando então nos será cobrado até o último centavo. É evidente que... [temos aqui uma ilustração]... Você e eu estamos vivendo neste mundo, e a lei está nos impondo condições. Essa é a lei divina. Ela estipula: Que dizer sobre a relação entre você e seu irmão, e que dizer sobre aquelas coisas más que estão arraigadas em seu coração? Você não tem dado a devida atenção a elas”. Corrija prontamente essa situação, recomenda Cristo. Talvez não estejas mais vivendo neste mundo amanhã de manhã, e então você estará indo para a eternidade nesta situação embaraçosa. “Entra em acordo sem demora com o teu adversário enquanto estás com ele no caminho...”

 

... eu devo enfrentar e reconhecer o meu pecado de modo total e absoluto; que eu ponha paradeiro a qualquer tentativa de autodefesa e autojustificação, embora aquela outra pessoa talvez tenha me provocado... Precisamos confessar diante de Deus, sem qualquer reserva, os nossos erros. Se houver qualquer coisa que eu possa fazer na prática, quanto a esses erros, preciso providenciar sem tardar. Preciso humilhar-me, preciso tornar-me, por assim dizer, insensato [insano – alguém que perdeu a razão], para fazer tudo quanto for possível com o intuito de remover a barreira e o obstáculo...

 

Conclusão

 

01. Não matarás:

a.    Não cometerás homicídio, literalmente;

b.    Não nutrirás ira em seu coração em relação a outras pessoas;

c.    Não tratarás com desprezo quem quer que seja;

d.    Não matarás com a língua, com palavras abusivas acerca de outras pessoas.

02. Além disso, se houver alguma dificuldade entre você e alguém, procure a reconciliação, e faça isso depressa.

03. É isso que Jesus está dizendo aí?

04. Se é palavra do Senhor Jesus, então concluo com aquilo que ele mesmo diz ao final do Sermão da Montanha:

 

“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.  E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.  E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.  E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.” (Mateus 7:24-27 RC)

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves

IBMuqui – Dezembro de 2012

 

Algumas referências bibliográficas:

 

LLOYD-JONES, D. Martin – Estudos no Sermão do Monte, 4ª edição em português. São Jose dos Campos – SP: Editora Fiel, 1999.

 

FILHO, Isaltino Gomes Coelho – A Atualidade dos Dez Mandamentos. São Paulo – SP: Êxodus Editora, 1997.

 

CHAMPLIN, R. N. – O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, volume 1: Mateus e Marcos, 10ª reimpressão. São Paulo – SP: Editora e Distribuidora Candeia, 1998.

 

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