quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

“Quase”

“QUASE”

 

Fontes: Jornal Batista de 08/03/1992 e “Quase Salvo, Porém Fatalmente Perdido”, de Hernandes Dias Lopes.

 

Querido e amado no Senhor, inicio essa minha palavra expressando o desejo do meu coração de que você seja abençoado hoje, e, a partir de hoje, durante todos os seus dias nesta Terra.

Agora quero encorajá-lo a abrir a sua Bíblia e ler Atos 9.1-21 e 26.28 e depois refletir comigo através do texto abaixo.

            Existe uma historieta muito antiga que fala sobre a coragem espartana. Esta pequena história data da época de Felipe da Macedônia (382-386 a.C.). Diz a história:

 

Nos primeiros tempos, os povos da Grécia não eram unidos como hoje. Havia uma série de cidades e territórios, cada qual com o seu próprio governante. Felipe, rei da Macedônia, ao norte da Grécia, queria unir todos os povos gregos sob seu domínio. Armou então um poderoso exército e partiu para a conquista dos outros territórios, onde se fez aclamar rei. Esparta, porém, resistiu.

            Os espartanos ocupavam a região sul da Grécia. Chamada Lacônia. Destacavam-se pelos costumes simples e pela bravura. Eram também famosos por usar poucas palavras, cuidadosamente escolhidas; ainda hoje se diz que as respostas curtas são ‘lacônicas’.

            Sabendo que precisava subjugar Esparta para ter o domínio total sobre a Grécia, Felipe cercou as fronteiras da Lacônia e enviou uma mensagem aos espartanos:

            - Caso não se rendam imediatamente, invadirei suas terra. E se os meus exércitos as invadirem, pilharão e queimarão tudo o que vocês mais prezam. Se eu marchar sobre a Lacônia, arrasarei suas cidades.

            Alguns dias depois, Felipe recebeu a resposta. Abriu a carta e encontrou apenas uma palavra escrita:

            - ‘SE’.

 

            Essa história eu a extraí de um livro intitulado “O Livro das Virtudes”, e a uso aqui para destacar a diferença que faz uma palavra. Um “se” pode faz uma diferença enorme. Há poucos dias eu estava considerando com alguém que “se”, por um milagre, todos os políticos, governantes, dirigentes, etc., do nosso país se tornassem extremamente honestos, incorruptíveis, o Brasil, em pouco tempo, se tornaria uma superpotência. Mas isso é “se”. Que diferença faz uma palavra!!!

            Uma outra palavra que faz uma diferença enorme é “quase”.

 

·         O meu time “quase” foi campeão – A diferença foi o título, que ficou com o time adversário.

·         O rapaz, vítima de arma de fogo, “quase” escapou – A diferença foi a vida, em sentido negativo.

·         O homem “quase” tomou aquele avião que caiu, mas chegou atrasado – A diferença foi a vida, em sentido positivo.

 

            A diferença às vezes é para melhor, mas às vezes para pior

            Os textos que sugeri para leitura falam de duas pessoas que viveram o “quase” num sentido cuja diferença é abismal.

            A primeira foi Saulo, que depois teve o nome mudado para Paulo. Ele foi um homem “quase” perdido, porém foi salvo quando, a caminho de Damasco, se rendeu a Jesus, cujos discípulos ele perseguia.

            A segunda foi Agripa. Ele “quase” se deixou persuadir à fé, mas não o fez. “Quase” salvo, porém perdido.

            A história de Paulo tem sido a história de muita gente, mas, infelizmente, a história de Agripa também tem sido a história de muita gente.

 

            Conta-nos uma ilustração que houve uma reunião dos demônios, para se discutir o que fariam para levarem mais pessoas para o inferno. Algumas sugestões foram ouvidas:

            - “Vamos queimar todas as Bíblias em praça pública” – disse um dos demônios.

            - “Vamos convencer os homens de que a Bíblia não é a Palavra de Deus” – disse outro.

            - “Vamos convencer os homens de que eles são bons, de que se eles praticarem algumas boas obras poderão ser salvos por seus méritos” – um outro falou.

            Muitas outras sugestões foram ouvidas, mas a que maior aprovação teve foi a seguinte:

            - “Vamos dizer aos homens que a Bíblia é a verdade, que eles são pecadores e que só Jesus é quem salva; mas vamos dizer também para eles deixarem a decisão por Cristo para amanhã, pois ainda é muito cedo”.

           

E assim tem sido. Muitas pessoas têm adiado a sua decisão por Cristo, como Agripa. Alguns motivos para esse adiamento são, dentre outros:

 

            L Amor ao,dinheiro – Veja Lucas 12.16-21; 18.18-23 e 1 Timóteo 6.10

            L Amor ao mundo.

            L Amizades

            L Religiosismo sem vida – Muita gente é sincera na observância de sua religião, mas não têm a Cristo. Religião não salva. Só Cristo salva.

            L Confiança nos próprios méritos para a salvação – Veja Efésios 2.8-10

 

            Isaías 59.1 nos dá conta de que Deus está com os braços estendidos e os ouvidos abertos para nós. Mas Isaías 55.6 nos revela que há tempo para isso acabar.

            Saia do “quase”; tome uma decisão agora. Entregue-se ao Senhor Jesus imediata e destemidamente e deixe de ser um “quase” salvo para ser um “definitivamente” salvo.

 

Pr. Walmir Vigo Gonçalves.

Fontes: Jornal Batista de 08/03/1992 e “Quase Salvo, Porém Fatalmente Perdido”, de Hernandes Dias Lopes.

 

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