PORQUE CRISTO VIVE E VOLTARÁ, VAMOS COMPLETAR A MISSÃO
“Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente, cedo venho. Amém! Ora, vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:20 RC)
Ø Amados
irmãos, ao chegarmos ao encerramento desta campanha (Missões Mundiais 2026), somos convidados a olhar
não apenas para o que foi e tem sido feito até aqui, por nós como denominação
batista, mas para aquilo que ainda precisa ser cumprido. O tema que nos guiou nesse
ano é profundamente bíblico e cheio de implicações práticas: porque Cristo
vive e voltará, vamos completar a missão.
Ø A
fé cristã não está firmada em ideias abstratas, mas em fatos gloriosos.
o Cristo
vive.
o Ele
ressuscitou, venceu a morte, está assentado à direita do Pai e reina soberano
sobre todas as coisas.
o E
esse mesmo Cristo prometeu que voltará.
Ø Essa
é a esperança da igreja, mas também é o senso de urgência da igreja.
o Porque
Ele vive, a mensagem que pregamos é verdadeira.
o Porque
Ele voltará, o tempo que temos é limitado.
o E
se o tempo é limitado, não podemos viver de maneira indiferente à missão que
nos foi confiada.
Ø O
Senhor Jesus, antes de subir aos céus, deixou uma ordem clara: fazer discípulos
de todas as nações.
o Não
é uma sugestão, é uma comissão.
o Não
é uma opção, é uma responsabilidade.
Ø E
há algo que precisamos compreender com toda seriedade: essa missão não foi
entregue a anjos. Deus não enviou seres celestiais para evangelizar o mundo,
mas confiou essa tarefa à sua igreja. Homens e mulheres redimidos, alcançados
pela graça, foram chamados para anunciar essa mesma graça.
Ø E
mais: essa missão não é de alguns, é de todos. Às vezes, corremos o risco de
pensar que missões é responsabilidade apenas de missionários enviados a terras
distantes. Mas a verdade bíblica é que cada crente tem parte nessa obra. Alguns
vão, outros enviam, todos participam. Não existe cristão isento da missão.
Ø No
entanto, irmãos, precisamos reconhecer o tempo em que estamos vivendo. O
cenário global e até mesmo o nosso contexto local apontam para um aumento
crescente de dificuldades na livre proclamação do evangelho. Em muitas nações,
pregar Cristo pode custar a liberdade e até a vida. Igrejas são perseguidas,
reuniões são proibidas, e a conversão ao cristianismo é tratada como crime.
Ø E
não pensemos que estamos imunes. No Brasil, embora ainda gozemos de liberdade,
já percebemos sinais de mudança. A fé cristã tem sido cada vez mais pressionada
no espaço público. Valores bíblicos são questionados, relativizados e, muitas
vezes, ridicularizados. Em ambientes acadêmicos, profissionais e sociais,
assumir uma posição firme nas Escrituras já traz consequências. O cerco, ainda
que sutil em comparação com outros países, está se fechando. Diante disso, o
que devemos fazer? Recuar? Nos calar? Esperar tempos mais favoráveis? De
maneira nenhuma. Esse cenário não deve nos paralisar, mas nos despertar. Se as
portas estão se fechando, precisamos agir enquanto ainda estão abertas. Se o
tempo está se encurtando, precisamos redobrar nossa diligência.
Ø Completar
a missão exige urgência. Não podemos adiar a obediência. Não podemos tratar a
obra de Deus com descaso ou comodismo. Cada dia que passa é um dia a menos.
Cada oportunidade perdida pode ser uma alma que deixa de ouvir o evangelho.
Ø Mas
como, então, participamos dessa missão de forma prática?
Ø Primeiramente,
orando. A missão é, antes de tudo, espiritual. Não avançamos apenas com
estratégias humanas, mas com dependência de Deus. Precisamos clamar por portas
abertas, por corações sensíveis, por ousadia para os missionários e por
perseverança em meio às dificuldades. Precisamos orar. Uma igreja que não ora
não sustenta missão. (História do tabernáculo metropolitano do Brooklin)
Ø Em
segundo lugar, participamos da missão de forma prática indo. Alguns são
chamados a atravessar oceanos, aprender novas culturas, enfrentar riscos
maiores. Outros, a grande maioria, são chamados a atravessar apenas a rua,
alcançar vizinhos, colegas de trabalho, familiares. Mas todos nós fomos
enviados. O campo missionário começa onde nossos pés estão.
Ø E, em terceiro lugar, participamos da missão de forma prática contribuindo. Quando investimos na obra missionária, estamos participando diretamente da proclamação do evangelho em lugares onde não podemos estar fisicamente. Sustentar missionários é cooperar com Deus na expansão do seu Reino. Não é um ato secundário, é parte essencial da missão.
Ø Meus
irmãos,
o Cristo
vive. Essa é a garantia de que o evangelho tem poder.
o Cristo
voltará. Essa é a certeza de que o tempo é urgente.
o E
entre a ressurreição e a volta de Cristo, existe uma tarefa a ser cumprida:
completar a missão.
Ø Que
não encerremos esta campanha apenas como mais um evento em nosso calendário.
Que ela marque um compromisso renovado em nossos corações. Que sejamos uma
igreja diligente, urgente e fiel. Que, quando o Senhor voltar, nos encontre
trabalhando, anunciando, servindo.
Ø E
que possamos dizer, com alegria e humildade, que não fomos negligentes, mas
obedientes ao chamado que recebemos.
Ø Porque
Cristo vive e voltará… vamos completar a missão.
Pr. Walmir Vigo Gonçalves
Estando em Muqui, visite a Primeira Igreja Batista
Estando na Primeira Igreja Batista em Muqui, fale com o Pr. Walmir
WhatsApp: (28)99903-3773
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